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O belo e o bom para você e sua casa
Desde 1960, com releituras contemporâneas a partir de 2015
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Nos anos 1960 Luiz Watson cria seu design único em couro
Prata e ouro compuseram incontáveis peças feitas no atelier do antropólogo Luiz Watson em Ipanema, nos anos de bossa nova. O vergalhão de ferro foi reciclado no fecho e na alça de tantas e sortidas arcas, bolsas, cestos e cintos feitos à mão.
No experimento de tecidos, metais, sobretudo o cobre, a fluidez de uma liberdade criativa moveu as pessoas de um pequeno e charmoso atelier para soluções individuais e coletivas. Culturas locais foram resgatadas no couro.
Da emoção com a simplicidade e beleza na elaboração plástica, não resistiram à arte os incontáveis baús, bolsas, jóias, redes, bandejas, máscaras e abat-jours, que iluminaram o Atelier Watson da essência do design erudito e sofisticado.
Nas palavras do artigo de Lívia Breves no Caderno Ela de O Globo: “Naquela época, Luiz já investia no que está em alta hoje: trabalhar em co-working, fazer colaboração criativa, produzir à mão, valorizar peças únicas, focar na sustentabilidade e experimentar.” Clique aqui para ver a matéria n'O Globo.
Em 2015 o Atelier Watson renasce pelas mãos de suas filhas Paula e Renata
Desde outubro de 2015, a designer gráfica Renata Watson, que empreendeu também como cenógrafa e diretora no cinema de animação, dirige a produção e o desenvolvimento no Atelier Watson. Resgatou peças criadas no atelier de seus pais, e vem criando novos objetos.
O corte e a modelagem do couro, sob responsabilidade da Renata, define toda a complexidade do acabamento, ao qual mais se dedica a ilustradora, desenhista de animação e geógrafa Paula Watson — a pintura e o polimento que enaltecem a tecitura do couro.
Atelier Watson